DESENVOLVENDO A SUA AUTOESTIMA - CAPÍTULO I

Na psicologia, a autoestima é vista como o conceito que descreve a avaliação que o sujeito faz de si próprio. É preciso ter cuidado ao compreender determinados conceitos. Por quê?

Um avaliação parte do sentido de você ser bom ou ruim em determinado aspecto, e isso pode ser perigoso. É preciso compreender a avaliação como algo descritivo. Apenas a descrição daquilo que foi observado e avaliado em um sentido positivo de poder melhorar características que afetam positivamente a sua qualidade de vida. Isso não necessariamente quer dizer que são coisas ruins, mas é o que você apresenta naquele momento.

Dessa forma a aceitação fica mais fácil, bem como o início de um movimento de trabalho nesse sentido.

Como fazer essa avaliação sobre sua autoestima? Simples! Como você se sente em todos os campos da sua vida? Se a resposta for negativa há por trás da atividade uma autoestima insatisfatória. Caso seja positiva está tudo bem e o desenvolvimento continuará fluindo. 

Exemplo: no campo do relacionamento você não se sente satisfatório em relação ao seu parceiro. Percebe-se como alguém sem algum tipo de valor ou não digno de algo – baixa autoestima.

Exemplo 2: no trabalho você acredita não ser justo o que acontece, porque você tem tanto potencial e estudo adquirido, mas não é remunerado e valorizado adequadamente – baixa autoestima.

Exemplo 3: na família você acredita ser julgado pelos demais por alguma característica diferente e isso interfere diretamente na sua qualidade de vida – baixa autoestima.

Perceba que a autoestima de má qualidade está diretamente ligada ao julgamento feito sobre as coisas. Então aqui fica o primeiro grande passo: é preciso, no literal, julgar menos para desenvolver uma boa autoestima. Julgar menos no sentido de parar de achar que o outro pensa isso porque faz aquilo e aquilo outro interfere em você. Quem quer trabalhar uma boa autoestima precisa cuidar de si próprio, e isso requer foco, atenção e total dedicação. Isso também é o oposto de egoísmo, pois a ideal real para aqueles que querem ajudar outras pessoas em prática precisa estar muito bem a fazê-lo. Você só dá o que tem. Essa a lei da vida. Esteja bem para fazer o bem.

Abraço!

Julio Furlaneto

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