DESENVOLVENDO A SUA AUTOESTIMA - CAPÍTULO II

É preciso perceber que você não precisa necessariamente estar “para baixo” para se encontrar em um estado de baixa autoestima.

Exemplo: pessoas que parecem exteriormente estarem bem (bom humor, saúde física, boa conversa e etc.), mas que precisam de um volume altíssimo de atenção para si para se sentirem bem. Estão sempre praticando a autopromoção exagerada de como são boas nos contextos que conseguem praticar. Não é uma regra, mas um exemplo possível característico de quadro de baixa autoestima. Por quê? Porque uma pessoa que precisa de muito estímulo externo para ter o mínimo de satisfação interna terá grandes oscilações negativas quando não encontrar esses estímulos. Colocar sua vida na mão de fatores fora do seu alcance não é algo sábio. Então, nos momentos que se encontrar mais plena consigo mesma a baixa autoestima aparece, desencadeando sintomas negativos, tal como a baixa da criatividade, que afeta todo e qualquer tipo de construção produtiva e benevolente.

Poderia ser dado aqui uma infinidade de exemplos, mas o intuito não é julgar uma conduta ou outra, mas sim clarear meios para que você identifique essa baixa autoestima, pare, e mude para melhor. Não por algum conceito filosófico bonito, mas pela valorização da sua qualidade de vida e de todos aqueles a sua volta que são influenciados por essa. 

Só há uma maneira de realmente se sentir bem nessa construção e aconselho que isso seja testado em prática: seja benevolente aos demais usando da sua essência, criativamente, valorizando e aceitando quem você realmente é. É essa conduta que gera o preenchimento, que gera a sensação de amor próprio e favorece à estabelecer a boa autoestima.

Abraço!

Julio Furlaneto

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